Após cinco anos, ex-namorado suspeito de matar jovem vai a júri popular

O acusado de matar Luana Alverga, de 20 anos, com um disparo de arma de fogo na cabeça em julho de 2017, no bairro do Roger, em João Pessoa, vai a júri popular cinco anos após o crime. A informação é do advogado de acusação, Peter Ramalho em entrevista exclusiva ao programa Rota da Notícia, da TV Arapuan. Segundo ele, a decisão foi proferida na última sexta-feira (24) pela juíza titular do 2º Tribunal do Júri de João Pessoa.

“Esse processo venceu mais uma fase e nós conseguimos uma decisão judicial, onde a juíza do caso proferiu decisão em que ele vai a júri popular. Foi uma parte do que esperamos, foi deferido parcialmente, pois queríamos que ele fosse a júri, mas com as qualificadoras requeridas. Então ele vai a júri popular por homicídio simples”, disse o advogado.

Em entrevista ao Sistema Arapuan de Comunicação, Luiz Antônio, pai de Luana, cobrou mais celeridade no andamento do processo. Ele apontou que a família vive um drama, onde já perdeu dois empregos, a esposa desempregada e a irmã de Luana está em tratamento psicológico.

“Ele matou a minha filha dentro da casa dele, pelas costas, de forma covarde e sem ter o direito de olhar nem pra ele. Quem diz que foi acidente é o perito. Eu só espero que a Justiça faça justiça, pois se fosse ao contrário, as coisas tinham se modificado, mas como sou correto”, disse.

“Ele acabou com minha vida, perdi dois empregos, a minha mulher tá doente, a outra minha filha vive em psicólogo. Acabou com a vida da gente e a Justiça não vê nada disso, deixa as coisas acontecer”, afirmou o pai de Luana Alverga ao Sistema Arapuan de Comunicação.

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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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