Eleições da OAB-PB: Advogado diz que fez empréstimo a amiga advogada para evitar penhora de pensão alimentícia

O advogado Mário Vicente da Silva Filho rebateu acusações contra ele nas eleições da OAB-PB. Ele afirmou que o pagamento das anuidades em atraso de uma advogada derivou de empréstimo que lhe fez e que este ocorreu para evitar prosseguimento de execução de anuidades na qual já havia sido realizada penhora sobre sua pensão alimentícia.

Mário Vicente, segundo o Polêmica Paraíba, disse que “o empréstimo foi motivado apenas pela necessidade de se evitar o prosseguimento da execução, que poderia acarretar sérios prejuízos à sua manutenção, com a possibilidade de nova penhora sobre conta com natureza alimentar.

“Ela me procurou relatando que a OAB a tinha executada e que a dívida era alta e a Secretaria Geral da OAB indeferiu o seu pedido de parcelamento. Além disso, destacou que em razão de suas despesas pessoais e familiares serem altas, inclusive que sua mãe também dependia da aludida renda, não teria como quitar o débito, temendo, ainda, um novo bloqueio, que iria impedir a compra de medicamentos para sua genitora”, destacou Mário Vicente.

Mário Vicente ressaltou que mantém relação estreita com a colega, já que ambos, além de advogados, foram juntos membros da Comissão de Ética da OAB, embora ela esteja há muito afastada dessa atividade, inclusive do TED.
Mário acrescentou que pediu a seu pai o valor objeto do empréstimo, mas que este resultou de contrato formal, em seu poder, demonstrando-se a licitude da negociação.

“Em nenhum momento ela me pediu dinheiro emprestado para ficar apta a votar nas eleições da OAB, apenas temia um comprometimento de sua renda básica em razão da execução, e eu, na condição de amigo, não poderia deixar de ajudá-la num momento tão difícil”, frisou o causídico.

Mário Vicente considerou ser a acusação ‘tão absurda’, que “chega a ser até infantil, pois, na suposta lógica de compra de votos, com o valor de R$ 13 mil poder-se-ia comprar mais de 20, e não apenas um, já que para a adimplência, com possibilidade de voto, basta o pagamento de uma mensalidade, podendo a dívida ser parcelada em até 24 meses”.

Mário Vicente, segundo o Polêmica Paraíba, disse que “o empréstimo foi motivado apenas pela necessidade de se evitar o prosseguimento da execução, que poderia acarretar sérios prejuízos à sua manutenção, com a possibilidade de nova penhora sobre conta com natureza alimentar.

“Ela me procurou relatando que a OAB a tinha executada e que a dívida era alta e a Secretaria Geral da OAB indeferiu o seu pedido de parcelamento. Além disso, destacou que em razão de suas despesas pessoais e familiares serem altas, inclusive que sua mãe também dependia da aludida renda, não teria como quitar o débito, temendo, ainda, um novo bloqueio, que iria impedir a compra de medicamentos para sua genitora”, destacou Mário Vicente.

Mário Vicente ressaltou que mantém relação estreita com a colega, já que ambos, além de advogados, foram juntos membros da Comissão de Ética da OAB, embora ela esteja há muito afastada dessa atividade, inclusive do TED.
Mário acrescentou que pediu a seu pai o valor objeto do empréstimo, mas que este resultou de contrato formal, em seu poder, demonstrando-se a licitude da negociação.

“Em nenhum momento ela me pediu dinheiro emprestado para ficar apta a votar nas eleições da OAB, apenas temia um comprometimento de sua renda básica em razão da execução, e eu, na condição de amigo, não poderia deixar de ajudá-la num momento tão difícil”, frisou o causídico.

Mário Vicente considerou ser a acusação ‘tão absurda’, que “chega a ser até infantil, pois, na suposta lógica de compra de votos, com o valor de R$ 13 mil poder-se-ia comprar mais de 20, e não apenas um, já que para a adimplência, com possibilidade de voto, basta o pagamento de uma mensalidade, podendo a dívida ser parcelada em até 24 meses”.

Assessoria

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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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