Galdino: ‘Ainda não há segurança para retorno das sessões presenciais na Assembleia’

O presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba, deputado Adriano Galdino, admitiu nesta sexta-feira que ainda não há segurança tanto para o retorno das sessões presenciais como para que os parlamentares, funcionários e população, de um modo geral, frequentem o Poder Legislativo Estadual. Galdino esclareceu que o desejo de retorno das atividades não é apenas da oposição, mas de toda a Casa.

“O sentimento de retorno das sessões presenciais não é só dos deputados de oposição. São dos 36 deputados. Todos os parlamentares estão com desejo e ansiosos que as sessões presenciais retornem no menor espaço de tempo possível. Para que a gente possa retornar as sessões presenciais é preciso que o item segurança seja atendido. Segurança para os deputados, segurança para os funcionários e para o povo da Paraíba que frequenta a Casa. Por enquanto esse item segurança não está sendo contemplado. Vamos aguardar as vacinas”, explicou, durante entrevista ao programa de Rádio “Arapuan Verdade”.

Segundo Adriano Galdino, a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, atendendo recomendação do departamento médico da Casa, resolveu suspender, não só as sessões presenciais, como também os serviços da área administrativa. “Nós estávamos abrindo a parte administrativa de forma parcial, mas mesmo assim num espaço de 30 dias, 38 funcionários da Assembleia foram infectados com Covid-19. Então, atendendo recomendação do departamento médico, resolvemos fechar”, disse o presidente, lembrando que o trabalho vem sendo feito de forma remota.

Emendas

Durante a entrevista, Adriano Galdino também falou sobre as emendas dos parlamentares vetadas pelo governador João Azevêdo. Ele adiantou que a matéria deve ser apreciada no início de fevereiro, assim que retornar os trabalhos na AL. “O governador resolveu vetar algumas emendas apresentados pelos senhores deputados. Do ponto de vista desses deputados, essas emendas são importantes na construção de uma Paraíba cada vez melhor e mais justa para todos. O governador alegou justificativas técnicas e orçamentarias, por isso resolveu vetá-las. Os vetos retornam a Casa e ai, os deputados irão analisar, e podem manter o veto como podem derrubar o veto. Essa análise será feita no início de fevereiro tão logo retorne as sessões da Casa”, finalizou.

 

Paulo de Pádua

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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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