Policiais penais da Paraíba começam a ser classificados conforme o PCCR

A última fase referente ao Plano Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) dos policiais penais da Paraíba será concluída até o fim deste ano. Em quatro etapas, de setembro até o mês de dezembro, o Governo do Estado fará a publicação das novas classes para o PCCR, ou seja, a progressão por qualificação. Serão ao todo, 1.421 policiais classificados.

Em maio de 2019, o governador assinou o PCCR da categoria e em seguida, aprovado pela Asssembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). De acordo com o secretário de Estado da Administração Penitenciária, tenente-coronel Sérgio Fonseca, inicialmente foi publicado os níveis (1,2,3,54,5,6) que está relacionado com o tempo de serviço do servidor público. Cada servidor que deu entrada, foi colocado em um dos níveis e com isso um valor a mais na remuneração mensal.

“Primeiramente foi implementado a questão dos níveis que foram publicados no final do ano passado. Esse ano, nós íamos publicar as classes A, B, C, D que é a progressão por qualificação em março, mas devido a pandemia, o Governo do Estado, acabou tendo que dar uma pausa nessa publicação. E agora, o governador anunciou a publicação já agora para o mês de setembro”, revelou em entrevista ao ClickPB. Essa publicação acontecerá de setembro a dezembro.

Essas classes, segundo explicou Fonseca, está relacionada a qualificação do policial penal. Antes do PCCR, o policial penal que ingressa por meio de concurso recebia o mesmo valor que um servidor que estava há 30 anos no serviço. Não havia progressão por qualificação e nem por tempo de trabalho. “O governo João Azevêdo fez justiça e no final do ano passado ele assinou esse PCCR que era uma luta já de muito tempo dos policiais penais”, frisou.

A progressão ocorre de duas formas. Por tempo de serviço (níveis), ou seja, a cada cinco anos, o policial penal sobe de nível automaticamente. “Ele tem, por exemplo, 10 anos de serviço, ele vai tá no nível 2. Se 15 anos, nível 3 e assim sucessivamente.”, comentou. E progressão por qualificação (classes A, B, C, D, E) que trata da questão dos cursos que o servidor fez.

“Na classe A é a que entra todo mundo. Essa progressão por qualificação vai depender do policial penal. Para que ele vá para classe B ele tem que ter alguns cursos de qualificação. Para que ele vá para classe C, outros tipos de cursos. Para ir para classe D ele tem que ter por exemplo uma graduação, para ir para classe E tem que ter uma pós-graduação. Essa qualificação vai depender do esforço do policial penal”, contou.

 

 

Click PB

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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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