Programa de financiamento estudantil do BNB ganha prêmio internacional

O programa para financiamento estudantil FNE P-Fies, executado pelo Banco do Nordeste, foi reconhecido, na sexta-feira (20), pelo Prêmio Alide 2022 como a melhor prática entre as instituições de desenvolvimento na categoria “produtos financeiros”, devido a sua contribuição no impulsionamento da educação para reduzir as desigualdades regionais e dotar o mercado de trabalho de mão de obra qualificada.

O prêmio é concedido pela Associação Latino-americana de Instituições Financeiras para o Desenvolvimento (Alide), com sede em Lima (Peru), e foi entregue na 52ª Assembleia Geral da associação, em Curaçao (Venezuela). A entidade é o organismo internacional, sem fins lucrativos, que representa as instituições de desenvolvimento na América Latina e no Caribe.

Para o diretor de Negócios do BNB, Anderson Possa, a premiação reconhece um esforço que vem sendo implantado para aumentar o acesso de jovens à formação superior. “Esse prêmio é extremamente importante, pois demonstra o acerto da instituição e a competência com está sendo feito o trabalho no P-Fies fazendo com que o ensino chegue às pessoas. Isso gera impacto no desenvolvimento, no emprego e na renda da região”, afirma.

Somente nos quatro primeiros meses de 2022, foram aplicados R$ 11 milhões no P-Fies. O valor equivale à metade de tudo que foi realizado em 2021.

O P-Fies tem objetivo de proporcionar o acesso à formação profissional com o financiamento de 100% do valor da mensalidade. O pagamento do crédito pode ser feito em até três vezes o tempo de duração do curso, sendo 35% do valor da mensalidade mais os juros no mês subsequente ao desembolso. Os valores são pagos pelos estudantes em condições especiais ainda durante realização do curso.

O acesso às informações do programa é realizado no próprio site do Banco do Nordeste e o processo de solicitação do crédito é totalmente on line. Para conseguir o financiamento, o estudante precisa ter participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010, e obtido média das notas das provas igual ou superior a 450 pontos, além de ter nota maior que zero na redação.

Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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