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Paraíba já inseriu mais 3.600 perfis genéticos no Banco de Dados nacional para desvendar autorias de crimes

Paraíba já inseriu mais 3.600 perfis genéticos no Banco de Dados nacional para desvendar autorias de crimes

A Paraíba já inseriu 3.618 perfis genéticos no Banco de Dados nacional para auxiliar a desvendar autorias de crimes. A Polícia Civil da Paraíba, através de informações do Banco de Dados Genético do Instituto de Polícia Científica (IPC), já conseguiu identificar diversos casos após a implementação desse programa.

De acordo com o diretor do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB), Marcelo Burity, ao contrário do que muita gente pensa, não é somente para comprovar crimes de estupro que são guardados os perfis genéticos. Segundo ele, o Banco de Dados do IPC também serve para outros tipos de confrontação, como por exemplo, para desvendar crimes contra o patrimônio.

“Desses 3.600 perfis que colocamos no Banco Nacional, 360 são relacionados a crimes sexuais, ou seja, 10% dos perfis genéticos se referem a crimes de estupro”, disse.

Já a chefe do Laboratório de DNA Forense, Sara Gurgel, destaca que sobre o crime de estupro, “não é necessário, obrigatoriamente, que haja ejaculação para que os exames possam comprovar o crime. Se houve qualquer abuso sexual, a mulher deve sim procurar uma delegacia e fazer a denúncia, conversando e explicando o que ocorreu a uma delegada. Esta decidirá se vai pedir o exame sexológico às equipes do IPC”, explicou.

 

 

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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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