A decisão foi adotada após a repercussão do registro indevido de filiação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ao partido Missão.
Segundo o TSE, a determinação partiu do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, e busca evitar que novas filiações irregulares sejam inseridas no sistema.
O tribunal informou ainda que também foi detectada uma tentativa de registrar uma filiação falsa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nesse caso, porém, o procedimento não chegou a ser concluído.