Maioria dos estados estão sem aulas presenciais; PB é um deles

A retomada das aulas presenciais nas escolas públicas e particulares vem sendo discutida e cobrada pelos país dos alunos e donos de instituições educacionais em todo o país. Na Paraiba as escolas estão sem aulas presenciais há quase seis meses em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Em João Pessoa, muitas instituições de ensino adotaram aulas remotas, com acompanhamento dos professores. Presencial nem pensar por enquanto, mesmo com a queda nas curvas de morte e casos por covid-19.

No fim de semana, a avaliação feita dentro do Plano do Novo Normal da Paraíba, com vigência a partir desta segunda-feira (21), constatou que nenhum dos 223 do estado está com bandeira vermelha e apenas 21 deles permanecem na laranja. Na bandeira verde estão apenas 15 municípios e na bandeira amarela, 187, que correspondem a 84% do total. Praticamente não houve mudança em relação à avaliação anterior.

Protesto

Na última sexta-feira (18) dezenas de pais de alunos realizaram protesto em frente ao condomínio Alphavilla no bairro dos Estados, onde reside o prefeito Luciano Cartaxo, para cobrar a retomada das aulas presenciais e adoção de medidas nas instituições educacionais para evitar o contágio da doença.

A Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia está preparando a publicação das diretrizes para o retorno às aulas presenciais, que vai incluir os procedimentos para a retomada das rede pública e privada, além das instituições de ensino superior. A Secretaria ainda não definiu a data para apresentar essas diretrizes.

No Brasil, a maioria dos estados segue sem aulas presenciais. Os alunos estão participando pessoalmente de atividades em escolas do estado do Amazonas, que foi o primeiro a reiniciar em agosto. Lá, a preocupação agora é com o monitoramento dos profissionais de educação e alunos, que vem ensejando uma disputa judicial entre professores e o governo estadual. A contenda também ocorre no Rio de Janeiro, em relação às aulas na rede privada.

No Rio Grande do Sul o calendário iniciou em setembro pela educação infantil, com previsão de término para novembro. No Pará, o governo autorizou aulas presenciais nas regiões classificadas nas bandeiras Amarela, Verde e Azul.

Rondônia adiou o início das aulas até o dia 3 de novembro. O Rio Grande do Norte suspendeu as aulas até o fim do ano. Em outros estados não há definição de data de retorno. Estão neste grupo Distrito Federal, Goiás, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Maranhão, Bahia, Paraná, Mato Grosso, Acre e Roraima.

Contudo, em alguns estados foi decretado o retorno das atividades pedagógicas remotas. O governo de Mato Grosso havia determinado a volta nessa modalidade para a educação básica no início de agosto, mesma situação do Amapá. No estado, as aulas em casa foram permitidas também para os alunos da Universidade Estadual (Ueap).

No Tocantins, o ensino remoto foi definido para os alunos do ensino fundamental da rede estadual no dia 10 de setembro. Em Alagoas, a retomada por meio de aulas remotas ocorreu no dia 17 de setembro. Em Minas Gerais, foi autorizado o retorno das aulas práticas dos cursos de saúde apenas, que passaram a ser consideradas serviço essencial.

No Rio de Janeiro, a volta às aulas na rede particular está em disputa judicial, enquanto a região metropolitana teve piora nos indicadores de risco para covid-19 e pode retroceder na classificação.

Veja abaixo o levantamento completo:
(Clique nos estados para ver o conteúdo)

Região Norte

Acre

Amazonas

Amapá

Pará

Rondônia

Roraima

Tocantins

Região Nordeste

Alagoas

Bahia

Ceará

Maranhão

Paraíba

Pernambuco

Piauí

Rio Grande do Norte

Sergipe

Região Centro-Oeste

Distrito Federal

Goiás

Mato Grosso

Mato Grosso do Sul

Região Sudeste

Minas gerais

Rio de Janeiro

Região Sul

Paraná

Rio Grande do Sul

Santa Catarina

Agência Brasil

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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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