Secretário alerta moradores sobre problemas ambientais no litoral da Paraíba

Após a aparição de novos vestígios de óleo nas praias da Paraíba, o secretário de Meio Ambiente de Conde, Walber Farias, pediu que a população não toque no material e que acione os órgãos ambientais dos municípios onde forem encontradas as manchas, além de acionarem o Ibama e a Capitania dos Portos da Paraíba. O comunicado foi feito nas redes sociais da Prefeitura de Conde, nesta terça-feira (30).”Constatamos, realmente, a presença de resíduos de óleo no sábado a tarde. Está sendo feito o monitoramento. Vimos óleo na Praia do Amor, em Carapibus e em Tambaba. Posteriormente encontramos óleo também em Coqueirinho e nas praias próximas a Tabatinga. São materiais que vieram com a maré. A gente tem orientado ao turista ou frequentador da orla que não manuseie o material e que seja comunicado ao órgão ambiental, a Capitania dos Portos, ao Ibama e às prefeituras municipais do Litoral”, declarou o de Meio Ambiente, Walber Farias, em vídeo obtido pelo ClickPB.

Esse novo episódio das manchas não demonstram haver a mesma quantidade de óleo que na aparição anterior, a qual afetou diversas praias na Paraíba e em outros estados do Nordeste, ainda segundo o secretário. “Essa problemática não chegou ao ponto da outra problemática, do outro óleo que apareceu naquela época. O efeito está sendo bem menos drástico. Esse material está em grumos, não está aquele óleo espalhado, como da outra vez, e não temos registro de problemas com a fauna aquática. Com isso a gente já fica menos preocupado, embora estejamos atentos por ser um material contaminante.”

“Já foram localizados pontos em várias praias do litoral sul, incluindo Conde e Pitimbu. As equipes da Semam junto com o Ibama e outros órgãos de preservação, estão atuando em diversas áreas para remoção dos resíduos”, informou a Prefeitura de Conde, na legenda do vídeo do secretário, em publicação nas redes sociais.

A Sudema informou ao ClickPB que foi encontrado óleo em “baixa quantidade, menos do que foi encontrado em Pernambuco, nada que cause grande preocupação até o momento. Vamos ficar monitorando essa questão.

 Após a aparição de novos vestígios de óleo nas praias da Paraíba, o secretário de Meio Ambiente de Conde, Walber Farias, pediu que a população não toque no material e que acione os órgãos ambientais dos municípios onde forem encontradas as manchas, além de acionarem o Ibama e a Capitania dos Portos da Paraíba. O comunicado foi feito nas redes sociais da Prefeitura de Conde, nesta terça-feira (30).

“Constatamos, realmente, a presença de resíduos de óleo no sábado a tarde. Está sendo feito o monitoramento. Vimos óleo na Praia do Amor, em Carapibus e em Tambaba. Posteriormente encontramos óleo também em Coqueirinho e nas praias próximas a Tabatinga. São materiais que vieram com a maré. A gente tem orientado ao turista ou frequentador da orla que não manuseie o material e que seja comunicado ao órgão ambiental, a Capitania dos Portos, ao Ibama e às prefeituras municipais do Litoral”, declarou o de Meio Ambiente, Walber Farias, em vídeo obtido pelo ClickPB.

Esse novo episódio das manchas não demonstram haver a mesma quantidade de óleo que na aparição anterior, a qual afetou diversas praias na Paraíba e em outros estados do Nordeste, ainda segundo o secretário. “Essa problemática não chegou ao ponto da outra problemática, do outro óleo que apareceu naquela época. O efeito está sendo bem menos drástico. Esse material está em grumos, não está aquele óleo espalhado, como da outra vez, e não temos registro de problemas com a fauna aquática. Com isso a gente já fica menos preocupado, embora estejamos atentos por ser um material contaminante.”

“Já foram localizados pontos em várias praias do litoral sul, incluindo Conde e Pitimbu. As equipes da Semam junto com o Ibama e outros órgãos de preservação, estão atuando em diversas áreas para remoção dos resíduos”, informou a Prefeitura de Conde, na legenda do vídeo do secretário, em publicação nas redes sociais.

A Sudema informou ao ClickPB que foi encontrado óleo em “baixa quantidade, menos do que foi encontrado em Pernambuco, nada que cause grande preocupação até o momento. Vamos ficar monitorando essa questão.

Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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