Segundo as investigações, o grupo mantinha a atuação criminosa de dentro de uma penitenciária de segurança máxima. A apuração começou após a apreensão de celulares na unidade prisional e apontou que os suspeitos continuavam coordenando ações relacionadas ao tráfico de drogas, negociação de armas e munições, movimentação de dinheiro e repasse de ordens para integrantes que estavam fora do sistema prisional. Também foram identificadas conversas sobre cobrança de dívidas do tráfico e planejamento de ações violentas.
Os mandados são cumpridos nos municípios de Patos e Conde, na Paraíba, João Dias, no Rio Grande do Norte, e em unidades prisionais onde estão alguns dos investigados. A Operação Elo Negro é realizada pela FICCO/PB, formada pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal. As investigações continuam com a análise do material apreendido para identificar outros envolvidos e esclarecer a atuação da organização criminosa.
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