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Exclusivo! VÍDEO: Meteorologia prevê inverno menos chuvoso para o Vale do Piancó em 2026

Exclusivo! VÍDEO: Meteorologia prevê inverno menos chuvoso para o Vale do Piancó em 2026

O meteorologista, Mario Leitão, disse que o inverno não será tão chuvoso em relação aos outros anos no Vale o Piancó, em 2026.

Até o momento, as previsões climáticas apontam um bloqueio na atmosfera no Nordeste Brasileiro, causado pela pressão atmosférica (Centro de alta pressão). Além do resfriamento das águas do Oceano Atlântico.

Segundo Mário Leitão, as chuvas chegarão do Norte e deverão começar a partir do dia 23 de janeiro. No entanto, a expectativa é de um possível aumento das chuvas a partir de fevereiro.

 

Vale News PB

“Prof. Dr. Mário de Miranda Vilas Boas Ramos Leitão, é natural de Patos, Paraíba. Iniciou sua carreira profissional na meteorologia como Técnico, atuando na função de Observador na Estação Meteorológica do INMET, na cidade de Patos/PB de 1975 a 1978. Tornou-se Bacharel em Meteorologia (1982) e em Mestre em Meteorologia (1989), ambos pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Em 1994 para completar toda sua formação acadêmica em Meteorologia, concluiu seu Doutorado, no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), cuja tese representa um estudo pioneiro sobre o comportamento da radiação solar ultravioleta, foto sinteticamente ativa e infravermelha, em três áreas da floresta Amazônica: Campina, Campinarana e Mata Densa. Em função disso, é o único brasileiro até o presente momento com formação profissional completa em Meteorologia. Ou seja, com formação do curso Técnico ao Doutorado em Meteorologia. Iniciou a carreira Docente na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), no Centro de Ciências e Tecnologia (CCT), Departamento de Ciências Atmosféricas como docente em novembro de 1982, após ser aprovado em concurso público, ali trabalhou até abril de 2002. A partir do desmembramento da UFPB em Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), Lei nº. 10.419 de 9 de abril de 2002, optou por ficar na UFCG, lotado na Unidade Académica de Ciências Atmosféricas (UACA), no Centro de Ciências e Tecnologia (CCT), onde permaneceu até setembro de 2004, quando se aposentou. Na UFPB e UFCG atuou como docente nos cursos de Graduação em Meteorologia, Mestrado em Meteorologia, Doutorado em Meteorologia e Doutorado em Recursos Naturais; e coordenou o Laboratório de Meteorologia, Recursos Hídricos e Sensoriamento Remoto da Paraíba (LMRS/PB), entre 2000 e 2002. Em 23 de setembro de 2004, após ser aprovado em novo concurso público para docente, tornou-se Professor da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF), lotado colegiado de Engenharia Agrícola e Ambiental (CENAMB), Juazeiro/BA. Foi fundador da UNIVASF e o seu primeiro Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação no período de 2004 a 2009. Também, em maio de 2019 tornou-se o primeiro docente fundador a se tornar Professor Titular da UNIVASF, onde permanece até o presente. Leciona nos cursos de Graduação em Engenharia Agrícola e Ambiental, Mestrado em Engenharia Agrícola e Doutorado em Agroecologia e Desenvolvimento Territorial. Idealizou e criou com recursos da FINEP/UNIVASF, o laboratório de Meteorologia da UNIVASF (www.labmet.univasf.edu.br), uma referência sobre meteorologia e clima na região Submédio do Vale do São Francisco, do qual é Coordenador desde a fundação. Devido sua atuação profissional nas áreas de Meteorologia, Climatologia e Agrometeorologia no Vale do São Francisco, a partir de 2004, prestando serviços e oferecendo informações à mídia regional, a população em geral e aos produtores rurais, em 10 de dezembro de 2013, foi agraciado pela Câmara Municipal de Petrolina/PE, com o Título de Cidadão Petrolinense. Em resumo, como Docente e Pesquisador tem participado de vários projetos de pesquisas nas áreas de meteorologia, micro meteorologia, agrometeorologia e climatologia; tem várias orientações de Tese de Doutorados; Dissertações de Mestrado; Trabalhos de Conclusão de Cursos de Graduação; e Trabalhos de Iniciação Científicas. Como autor e Coautor tem cerca de duas centenas de publicações científicas no Brasil e no Exterior. Durante cerca de 10 anos exerceu a função de representante do Brasil na Organização Meteorologia Mundial (OMM), como membro da Comissão de Instrumentação e Métodos de Observações (CIMO), bem como foi Consultor do Projeto de construção da Rede Ibero-Americana de Estações Meteorológicas Automáticas da OMM de 1998 a 2000 e ministrou cursos por todo o Brasil, para Inspetores e Observadores Meteorológicos da Rede Meteorológica Nacional do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET)”.


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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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