Paraíba não tem circulação da variante indiana; ‘única cepa preocupante é a P1’, diz Lacen-PB

O diretor geral do Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba (Lacen-PB), Bergson Vasconcelos, informou nesta quinta-feira (27), que não há circulação detectada da variante indiana na Paraíba. Ele afirmou que das mais de 350 amostras já enviadas para análise, até agora só foi detectada a circulante a variante P1. “É a única cepa de preocupação no estado”, disse.

“A Paraíba desde o início de março de 2020 tem trabalhado incessantemente na vigilância laboratorial. A cada mês selecionamos amostras e encaminhamos para sequenciamento genético para identificar variantes. Hoje das mais de 350 amostras que enviamos para análise, até agora só temos circulando a variante P1”, explica.

De acordo com Vasconcelos, todas as amostras após a realização do RT-PCR, se tiver com carga elevada e for sinalizada pela vigilância epidemiológica, ela entra em investigação. “A estratégia do Lacen-PB foi aumentar um turno de atendimento prolongando o turno da noite para evitar aglomeração de amostras e como consequência o retardo no exame, mas temos até 72h para liberar os resultados, estávamos liberando com 48h, mas 72h é razoável. Se aumenta a demanda, com a mesma equipe e equipamento que tenho não é possível acompanhar. Estamos fazendo o possível e a população não precisa estar aglomerando. Nossa maior preocupação é a banalização do risco, as variante existe porque nós criamos quando não respeitamos as regras de segurança e favorecemos que as cepas passem por mutação”, explica.

O diretor explicou que o Lacen-PB além de produzir informações de diagnóstico de alta complexidade, também é um “celeiro para que órgãos sanitários consigam projetar e visualizar cenários futuros para se antever ao inimigo”, destacou.

Marília Domingues

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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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