Primeiro livro de ficção do paraibano Flávio Lúcio Vieira aborda mistérios da mitologia grega e será lançado na próxima sexta-feira

Após o fogo olímpico ser roubado pelo titã Prometeu, três adolescentes (Ulisses, Dafne e Íon) são escolhidos pelos deuses gregos para recuperar a fonte de todas as artes e de todo conhecimento humano em um prazo de sete dias e, assim, salvar a humanidade do jugo da ignorância.

Com essa premissa, o professor Flávio Lúcio Vieira, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), escreveu seu primeiro livro de ficção “Ulisses e o fogo olímpico”, em que aborda uma jornada de aventuras repleta de mistérios da mitologia grega.

O evento de lançamento será on-line e começa às 18h30, nas redes sociais do autor. Para participar, o interessado terá de adquirir um ingresso no valor de R$ 70 na páginahttps://www.sympla.com.br/produtor/giostricultural. O ingresso dará direito ao participante a um livro físico que será enviado pela Editora Giostri com frete grátis.

Durante uma entrevista para o ClickPB, o autor falou do processo criativo dos personagens e dos desafios para a produção da obra. De acordo o historiador, uma das motivações para o livro foi um desafio proposto pelo próprio filho, que é fã da série literária Percy Jackson & Os Olimpianos, a escrever sobre mitos gregos.

“Eu aceitei o desafio e escrevi o primeiro capítulo. Depois, ele leu e gostou. Então, escrevi o segundo e já pensei sobre a história a partir do mito de Prometeu, em que três adolescentes nasceram consagrados, sem saber, aos deuses. E há um destino há ser cumprido na história”, diz.

“Chega uma hora que os 12 deuses que compõem o Olimpo se reúnem para defender que a humanidade não tem mais jeito e que os humanos precisam voltar a um estágio anterior ao contato com o fogo. Zeus resolve a situação estabelecendo uma missão para recuperar essa chama inicial que Prometeu roubou e deu a seu filho Deucalião, que tem sua dependência na Terra”, acrescentou.

Flávio falou que um dos desafios da escrita ficcional foi a construção da linguagem para cada personagem. Para atrair o público alvo de leitores, que é o de adolescentes, o autor precisou diferenciar a sua narrativa nos protagonistas.

“Como o livro é narrado por dois protagonistas, eu tive que encontrar uma maneira de diferenciá-los. A maneira como eles narram a linguagem deles tem que ser diferente. Então, primeiro eu escrevi o livro e depois fui fazer essa diferenciação na narrativa. Isso se demonstrou uma grande dificuldade porque a literalidade de Ulisses, que é um cara mais tímido, é mais formal. Já Dafne tem uma linguagem mais adolescente mesmo, dessas adolescentes que a gente encontra no meio da rua”, explicou.

O autor também revela que trabalha com a possibilidade do livro ter sequências, a depender da receptividade do público e do interesse da editora. “O final da história deixa aberto uma continuação. No último capítulo, essa aventura se encerra, mas eu vou esperar uma receptividade que possa levar ao interesse da editora em uma nova publicação. Como o livro está em aberto, faria mais uma ou duas sequências dessa mesma aventura”, concluiu.

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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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