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Relator aguarda parecer do MPE para se manifestar sobre competência de processo da Calvário na Justiça Eleitoral

Relator aguarda parecer do MPE para se manifestar sobre competência de processo da Calvário na Justiça Eleitoral

Dias após a Justiça Eleitoral acatar o recebimento de remessa processual referente à “Operação Calvário”, o juiz membro Roberto D’Horn Moreira Monteiro da Franca Sobrinho, designado como relator da matéria, aguarda a conclusão de manifestação do Ministério Público Eleitoral (MPE) para iniciar a análise dos autos e se manifestar sobre o processo.

“Em virtude da decisão proferida pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), determinando a remessa de processo judicial referente à denominada “Operação Calvário” à Justiça Eleitoral, para os fins de análise de competência, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) fez distribuição automática dos autos, cabendo ao juiz membro Roberto D’Horn Moreira Monteiro da Franca Sobrinho a Relatoria”, diz trecho da Nota encaminhada à Redação.

Ainda de acordo com a Nota da Corte Eleitoral, o processo segue com o trâmite normal, cumprindo todos os prazos regimentais. No momento, se encontra com o Ministério Público Eleitoral (MPE) para análise dos autos e parecer, sem prazo de retorno para a relatoria do juiz Roberto D’Horn.

“As manifestações a respeito do processo por parte da Corte Eleitoral paraibana, dar-se-á apenas nos autos do processo. Contamos com a compreensão de toda a imprensa”, conclui a Nota.

ENTENDA

O relator do processo da Operação Calvário, desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), que aponta o envolvimento do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho e outros réus em uma organização criminosa, determinou o envio do processo à Justiça Eleitoral para que seja analisada a competência do julgamento da questão.

Além do ex-governador, são citados outros 34 investigados, entre eles a ex-secretária Livânia Farias e o irmão de Ricardo, Coriolano Coutinho. O grupo seria responsável pelo desvio de aproximadamente R$ 134 milhões dos cofres públicos.

Conforme a decisão do desembargador Ricardo Vital de Almeida, “a Operação Calvário concentrou esforços investigativos no sentido de descortinar o ‘modus operandi’ que teria sido utilizado por integrantes de uma apontada organização criminosa, altamente complexa e estruturada, internalizada nos bastidores dos poderes Executivo e Legislativo do Estado da Paraíba”.

 

 

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Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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