Natural de Itaporanga, Joaquim Filho, que trabalha em Caucaia (CE) é o principal investigado pela morte da também policial militar, a soldado Larissa Gomes, de 26 anos. O crime ocorreu no município de Eusébio (CE), no dia 3 de dezembro.
De acordo com as investigações, o casal teria trocado tiros dentro do veículo em que estavam. Larissa foi atingida no abdômen e no tórax não resistiu aos ferimentos e morreu. Joaquim Filho foi baleado na região da artéria femora, ele foi socorrido e permaneceu internado sob escolta policial, sendo preso no momento em que recebeu alta hospitalar.
Os dois mantinham um relacionamento há cerca de quatro anos, marcado por conflitos, com relatos de agressões e comportamento agressivo, segundo informações apuradas pelas autoridades.
Joaquim foi apresentado, após receber alta, à Coordenadoria de Polícia Judiciária Militar.
“A autuação ocorreu pelos crimes de feminicídio, combinado com crime militar, tendo em vista que a conduta foi praticada por militar da ativa contra outra militar da ativa. Após os procedimentos cabíveis, ele foi transferido para o Presídio Militar, no qual permanece recolhido e à disposição da Justiça”, disse a corporação.
Joaquim Filho segue preso, e o caso continua sendo investigado pela Polícia Civil do Ceará.
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