TSE não identifica origem de recursos do PL que pagou auditoria nas urnas

A Assessoria de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) declarou, nesta terça-feira (11), que não conseguiu identificar de onde o PL tirou recursos para fazer uma auditoria das urnas. O documento divulgado dias antes do primeiro turno das Eleições 2022 mostrou que é possível haver falhas e possibilidade de fraude no sistema eleitoral brasileiro.

Apesar da revelação, todos os testes de confiabilidade, que foram feitos no dia anterior ao pleito eleitoral, no último dia 2 de outubro, confirmaram que as urnas eletrônicas estavam “limpas”. Por isso, o ministro do TSE, Benedito Gonçalves, fez uma série de exigências ao partido do presidente Jair Bolsonaro para identificar quem financiou essa auditoria.

“não é possível identificar os doadores originários dos recursos financeiros, uma vez que o partido não declarou à Justiça Eleitoral nenhuma receita em sua prestação de contas do exercício financeiro de 2022”, disse a área técnica do TSE.

Agora, o PL vai precisar “informar e comprovar a fonte originária das receitas recebidas pelo partido”, “informar se o prestador de serviços contratado para a finalidade em comento foi o instituto Voto Legal ou Carlos Cesar Moretzsohn Rocha” e “se manifestar sobre a ausência de registros concomitantes de receitas e despesas relativas ao exercício de 2022”.

 

 

 CNN Brasil

Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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