MPT apura supostos casos de assédio moral e más condições de trabalho na PRG da UFPB; pró-reitora desconhece teor da denúncia

O Ministério Público do Trabalho na Paraíba (MPT-PB) apura denúncia sobre supostos casos de assédio moral interpessoal, institucional, e vertical que estariam sendo cometidos contra servidores no âmbito da Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal da Paraíba (PGR-UFPB). O inquérito civil nº 000946.2022.13.000/0 foi instaurado contra a UFPB e, especificamente, em desfavor da professora Silvana Carneiro Maciel, pró-reitora de Graduação.

A denúncia foi protocolizada no MPT-PB no dia 20 de julho deste ano. A autoria encontra-se sob sigilo. Também não é detalhado a quantidade de servidores que são supostamente vítimas dos fatos relatados.

Cópia da Notícia de Fato foi encaminhada ao Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Superior da Paraíba (Sintespb), em 30 de agosto, para ciência e adoção de providências dentro da sua esfera de atuação.

Foto: Reprodução / Página do MPT-PB

CONDIÇÕES “DESUMANAS”

A Redação do Portal WSCOM teve acesso, nesta quarta-feira (21), a documentos que demonstram reclamações de condições “desumanas” de trabalho, acumulações de atribuições e funções por parte de servidores, e grande volume de funcionários da PRG-UFPB afastados por questões de saúde, incluindo, problemas psiquiátricos, stress e Síndrome de Burnout. Confira ao final da matéria.

Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

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