Pular para o conteúdo
Paraíba registra 925 novos casos de arboviroses no mês de setembro, mas números de zika caem

Paraíba registra 925 novos casos de arboviroses no mês de setembro, mas números de zika caem

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgou, nesta segunda-feira (03), o Boletim Epidemiológico nº 10 das arboviroses. De janeiro até 28 de setembro deste ano, foram registrados 45.926 casos prováveis de dengue, zika e Chikungunya na Paraíba. Quando comparado ao boletim anterior, percebe-se um aumento de 925 novos registros no mês de setembro. O documento também aponta uma discreta queda de 73 casos prováveis de zika.

Do total de 45.926 casos prováveis de arboviroses, 27.005 foram registrados para dengue, 18.267 foram referentes à chikungunya e 980 para zika. De acordo com o boletim, o que explica esse pouco aumento de novos casos no estado da Paraíba é o fato do final do período sazonal de alta de casos, como também a qualificação de informações na base de dados de notificações.

Sobre a queda dos casos prováveis de zika, a técnica em arborviroses da SES, Carla Jaciara, explica que está sendo realizada uma análise no banco de dados e que existiam muitos casos que não estavam encerrados. “Quando sai essa liberação dos resultados em aberto, alguns casos foram descartados e, por isso, saem da contagem de casos prováveis para o agravo. O que está acontecendo é que os municípios estão fazendo as notificações de forma adequada, por isso observamos essa queda. Antes aquele dado estava em aberto e agora ele é descartado”, pontua.

Quanto a incidência na Paraíba, 156 municípios apresentam acima de 300 casos, o que indica risco de epidemia e surto para certos locais. Dentre os 223 municípios, seis estão sem casos prováveis, sendo eles Capim, Coxixola, Desterro, Nazarezinho, Santa Inês e Vieirópolis.

A Paraíba registrou 53 óbitos suspeito de arboviroses. Destes, 13 estão em investigação, distribuídos em 11 municípios: Alagoa Nova (1), Cabedelo (1), Campina Grande (2), Guarabira (2), Itatuba (1) João Pessoa (1), Manaíra (1), Patos (1), Piancó (1), Picuí (1) e Uiraúna (1). Dos confirmados, sete foram para dengue, que ocorreram nos municípios de Bananeiras, Guarabira, Patos, Santa Rita, Santa Luzia, Serra Branca e Sousa, e 15 para chikungunya, nos municípios de Araçagi, Campina Grande, João Pessoa, Pombal, Queimadas, Santa Luzia, Santa Rita, São José da Lagoa Tapada, Serra da Raiz e Vista Serrana.

Sobre a queda dos casos prováveis de zika, a técnica em arborviroses da SES, Carla Jaciara, explica que está sendo realizada uma análise no banco de dados e que existiam muitos casos que não estavam encerrados. “Quando sai essa liberação dos resultados em aberto, alguns casos foram descartados e, por isso, saem da contagem de casos prováveis para o agravo. O que está acontecendo é que os municípios estão fazendo as notificações de forma adequada, por isso observamos essa queda. Antes aquele dado estava em aberto e agora ele é descartado”, pontua.

Quanto a incidência na Paraíba, 156 municípios apresentam acima de 300 casos, o que indica risco de epidemia e surto para certos locais. Dentre os 223 municípios, seis estão sem casos prováveis, sendo eles Capim, Coxixola, Desterro, Nazarezinho, Santa Inês e Vieirópolis.

A Paraíba registrou 53 óbitos suspeito de arboviroses. Destes, 13 estão em investigação, distribuídos em 11 municípios: Alagoa Nova (1), Cabedelo (1), Campina Grande (2), Guarabira (2), Itatuba (1) João Pessoa (1), Manaíra (1), Patos (1), Piancó (1), Picuí (1) e Uiraúna (1). Dos confirmados, sete foram para dengue, que ocorreram nos municípios de Bananeiras, Guarabira, Patos, Santa Rita, Santa Luzia, Serra Branca e Sousa, e 15 para chikungunya, nos municípios de Araçagi, Campina Grande, João Pessoa, Pombal, Queimadas, Santa Luzia, Santa Rita, São José da Lagoa Tapada, Serra da Raiz e Vista Serrana.

Dados informam que foram identificados 235 casos confirmados de dengue com sorotipo 2 (DENV-2), distribuídos em 49 municípios, e 60 casos confirmados com DENV-1, distribuídos em 17 municípios. A recomendação é que a população procure um serviço de saúde quando apresentar qualquer sintoma suspeito de arbovirose, para que seja realizada o RTPCR, para saber qual sorotipo está circulando e para que o tratamento seja feito de forma efetiva.

Os focos principais do mosquito Aedes Aegypti, na grande maioria, são encontrados dentro de casa, quintais e jardins. Daí a importância de as famílias não esquecerem que o dever de casa no combate ao mosquito é permanente.

A SES segue implementando ações junto aos municípios e as Gerências Regionais de Saúde, com monitoramento e assessoramento, realizando visitas técnicas e reuniões.

G1


Author Avatar

Joaquim Franklin

Formado em jornalismo pelas Faculdades Integradas de Patos-PB (FIP) e radialista na Escola Técnica de Sousa-PB pelo Sindicato dos Radialistas da Paraíba.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.